Sustentabilidade
Transparência
Qualidade do Atendimento
Eficiência do Plano
Aposentados
7 de julho de 1977: A Lei nº 6.430 extingue o Sasse. Os empregados são transferidos para o regime previdenciário geral e o saldo patrimonial é destinado à criação de uma fundação de caráter privado para previdência complementar.
1º de agosto de 1977: O plano passa a se chamar Programa de Assistência Médica Supletiva (PAMS). O banco financiava 3% da folha de pagamento e os empregados pagavam coparticipação de 10% a 20% sem limite anual.
1981 a 1989: A Funcef administra o PAMS como prestadora de serviços. Em 20/07/1989, a Caixa retoma a administração e torna-se a única responsável.
1992: A contribuição da Caixa sobe para 3,5% da folha. É incluído o adiantamento odontológico (prótese e ortodontia), mantendo a coparticipação dos empregados inalterada.
1998 (Novos Contratados): A Caixa passa a cobrar 50% de coparticipação dos recém-admitidos (baseado na Resolução CCE nº 09/1996). Surge a cobrança de mensalidade com reajuste unilateral e fixa-se o novo sistema de coparticipação em 20%.
30 de junho de 2001: Extinção do PAMS. As dívidas de coparticipação (que não tinham teto) eram descontadas em parcelas de 10% da remuneração-base até zerar.
1º de julho de 2001: Migração de todos os titulares para a nova forma de custeio (exceto os que possuíam liminar judicial).
Fevereiro de 2002: Lançamento do PAMS Caixa, introduzindo mensalidade com reajuste anual. Apcefs, Fenae e sindicatos organizam resistência jurídica.
1º de agosto de 2002: Adoção oficial do nome e marca Saúde Caixa.
2003: Retomada das negociações para adequação às normas da ANS.
1º de julho de 2004: Implementação de mudanças resultantes da Campanha Salarial de 2003. Assinatura do Acordo Coletivo que criou o formato atual do Saúde Caixa.
Fim do teto de 3,5% da folha.
Teto de coparticipação (impedindo novas dívidas).
Mensalidade proporcional ao salário.
Tratamento igualitário entre empregados antigos e novos.
100% dos custos administrativos pagos pela Caixa.
Caixa: 70% das despesas assistenciais (mínimo de 3,5% sobre despesa com pessoal).
Empregados: 30% das despesas (mensalidade de 2% da remuneração-base familiar + coparticipação de 20% limitada ao resseguro).
Inovações: Criação do Conselho de Usuários (CUSC) e dos comitês paritários de credenciamento.
Resultado da Campanha Salarial de 2003
Acordo Coletivo assinado em 01/07/2004
Garantias do novo modelo
Fim do teto de 3,5% da folha
Teto de coparticipação
Mensalidade proporcional ao salário
Igualdade entre antigos e novos empregados
100% dos custos administrativos pagos pela Caixa
Divisão do custeio
Caixa:
70% das despesas assistenciais
Mínimo de 3,5% da despesa com pessoal
Empregados:
30% das despesas assistenciais
Mensalidade de 2% da remuneração-base
Coparticipação de 20%, limitada ao resseguro
Gestão e participação
Criação do Conselho de Usuários (CUSC)
Implantação de comitês paritários de credenciamento e descredenciamento
Anos seguintes
2004–2016: Sustentabilidade e fortalecimento
2016: Impeachment da Dilma Rousseff
2017: Inclusão do teto de 6,5% no Estatuto da Caixa
2018: Resolução nº 23 da CGPAR
Perda da garantia de manutenção do plano para novos aposentados
Aumento da participação dos empregados
Mensalidade de 2% para 3,5% da RM
Teto de coparticipação: R$ 3.600,00 por grupo familiar
0,4% da RM por dependente, limitados a 2
Teto de comprometimento: 4,3% da RM
Governo Bolsonaro
Mudanças durante a pandemia
Redução de provisões trabalhistas
Estratégia semelhante à adotada no governo Fernando Henrique Cardoso
Novos impactos
13ª parcela
Parcela de R$ 480,00 por dependente
Teto de comprometimento elevado para 7%