Funcionários do BRB denunciam assédio e pressão para aprovar operações duvidosas. Diretores do Sindicato têm recebido preocupantes denúncias sobre assédio moral nas relações de trabalho no BRB.
Sindicato entra com recurso contra decisão que manteve compra do Master pelo BRB. O recurso foi apresentado de forma célere e dentro do prazo legal, com a intenção de suspender imediatamente os efeitos da operação e garantir o acesso a documentos considerados essenciais sobre a transação.
Análise do Dieese revela fragilidades financeiras no Banco Master e no Will Bank. A análise foi motivada pelo anúncio da compra do Banco Master pelo BRB. Baseada em dados de 2024, aponta oito pontos críticos nas demonstrações financeiras do Banco Master e cinco em relação ao Will Bank, revelando riscos elevados para investidores e para o sistema financeiro.
Venda do banco Master ao BRB movimenta ‘figurões’; economista do ICL explica imbróglio. No centro do negócio, que ainda depende de decisão do BRB e aval do Banco Central, estão os banqueiros Daniel Vorcaro, controlador do Master, e André Esteves, chairman do BTG Pactual. Outros nomes como de Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, e do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), ao qual o BRB é ligado, também estão envolvidos.
Sindicato cobra suspensão da compra do Banco Master pelo BRB após suposta ligação de gestoras do banco privado a esquema do PCC. O Sindicato manifesta extrema preocupação com o suposto envolvimento de instituições financeiras ligadas ao Banco Master, diante dos recentes desdobramentos da Operação Carbono Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (28) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal.
Uma grande vitória da categoria e da sociedade contra a compra temerária do Banco Master. Em uma decisão considerada histórica para os bancários e para a população do Distrito Federal, o Banco Central barrou no último dia 3 a compra do Banco Master pelo BRB.
TCU multa ex-diretor da Caixa Asset por tentativa de compra bilionária do Banco Master; Sindicato cobra atuação do TCDF. Segundo o acórdão do TCU, ao propor a habilitação do Banco Master, etapa que abriria a relação comercial, o então diretor omitiu informações relevantes sobre o histórico da instituição, incluindo resultados de pesquisa reputacional e processos regulatórios, destacando apenas pontos positivos que poderiam enviesar a decisão.
O Sindicato realizou, nesta terça-feira (18), ato em frente ao BRB no CNC e ao Edifício Brasília após a deflagração da Operação Compliance Zero pela Polícia Federal, que levou à prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e ao afastamento do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e do diretor de Finanças e Controladoria, Dario Oswaldo Garcia Júnior.
Desde a primeira notícia sobre a intenção do BRB de adquirir o Banco Master por R$ 2 bilhões, ainda em março, o Sindicato tem alertado para os riscos da operação, que levantou preocupação no mercado financeiro, na imprensa e entre especialistas. O próprio Banco Central rejeitou a compra em setembro, reforçando as dúvidas já existentes sobre a solidez e a regularidade das operações do Master.
O BRB é patrimônio do povo do Distrito Federal. Existe para servir à sociedade, fomentar o desenvolvimento regional, apoiar políticas públicas e garantir acesso responsável ao crédito. Não existe para atender interesses privados, nem para ser utilizado como plataforma de resgate de instituições financeiras em crise. O Sindicato reafirma que atuou e continuará atuando exclusivamente para proteger o BRB, sua integridade institucional e os empregos dos bancários que sustentam a credibilidade do banco diariamente.
Para além da luta pelos direitos dos bancários e das bancárias, o Sindicato também atua em prol do patrimônio público e da higidez da moralidade administrativa, de modo que tem trabalhado permanentemente na defesa do BRB, sobretudo contra o mercado financeiro especulativo, que sempre almeja a privatização dos bens públicos.
O Sindicato foi contra a aquisição do Banco Master pelo BRB. Isso porque entende que não há interesse público envolvido nessa transação, que visava atender aos interesses escusos do governo de Ibaneis Rocha/Celina Leão, do ex-presidente do banco distrital Paulo Henrique e de Daniel Vorcaro (dono do Banco Master).
Uma reportagem recente revelou um esquema de governança idealizado pelo ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, que, se levado adiante, poderia ter concedido ao empresário influência significativa sobre o Banco de Brasília. Segundo a apuração, o desenho envolvia a criação de uma estrutura paralela denominada BRB Participações, que permitiria ao Master adquirir até 36% das ações do banco público, abrindo margem para interferência direta na instituição. A matéria aponta que integrantes do governo do Distrito Federal, incluindo o governador Ibaneis Rocha e a então vice-governadora Celina Leão, tinham conhecimento do projeto.
Os deputados da Câmara Legislativa que aprovaram a compra do Banco Master pelo BRB foram cúmplices de uma negociata que atenta contra o patrimônio público e os interesses da população do Distrito Federal.
O Sindicato realizou, na manhã desta quarta-feira (3), em frente ao prédio do CNC, ato em defesa do BRB, para reafirmar a posição da categoria diante dos ataques que o banco tem sofrido, inclusive com campanhas do mercado financeiro que tentam desacreditar a instituição.
O BRB é um banco público de fomento. Seus funcionários têm papel fundamental na história que deu solidez à instituição, com atuação essencial na sua defesa desde a fundação.
O alerta feito pelo Banco Central ao Banco de Brasília (BRB), revelado pelo portal Vero Notícias, acende um sinal grave sobre a condução da instituição financeira pública do Distrito Federal. A exigência de um plano de ação para recuperação da liquidez, somada à estimativa preliminar de um rombo contábil que pode chegar a R$ 10 bilhões, evidencia que a crise enfrentada pelo banco não é pontual, tampouco recente.
Mais do que uma troca de nomes, o momento exige uma análise profunda da governança do BRB e, especialmente, do papel exercido pela sua diretoria e o seu Conselho de Administração (Consad).
Agora que vieram a público denúncias, investigações e indícios de irregularidades envolvendo a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, diversas vozes passaram a se manifestar sobre o caso, muitas delas como críticas de última hora da operação. No entanto, muito antes de o tema ganhar repercussão nacional e de a crise virar manchete, o Sindicato dos Bancários de Brasília já atuava de forma firme, responsável e documentada, acionando órgãos de controle e o Judiciário para questionar a operação, denunciar riscos e defender o BRB como banco público, forte e comprometido com o interesse da sociedade.
Trocar o lobo pelo lobisomem não resolve: a crise de governança no BRB. Informações publicadas pela coluna Grande Angular, do portal Metrópoles, apontam mais um capítulo da crise de governança no Banco de Brasília (BRB). Segundo a publicação, o presidente do banco teria solicitado ao então presidente do Conselho de Administração (Consad), Marcelo Talarico, que antecipasse sua saída do colegiado, embora o mandato vá até 2026. O pedido teria sido recusado.
O Ministério da Fazenda negou que o ministro Fernando Haddad tenha feito qualquer tipo de pressão ou “ultimato” ao Governo do Distrito Federal para que fossem aportados recursos públicos no Banco de Brasília (BRB) em razão dos negócios envolvendo o Banco Master. A negativa veio após a repercussão de informações sobre um possível aporte de até R$ 4 bilhões para cobrir eventuais prejuízos decorrentes da operação.
O Banco Central decretou nesta terça-feira, dia 21, a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, controlada pelo Banco Master Múltiplo S/A, que vinha operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) no contexto da liquidação extrajudicial do Banco Master S/A, decretada em 18 de novembro de 2025.
A Mastercard passou a deter uma participação relevante no capital do Banco de Brasília (BRB) após a execução de garantias vinculadas a dívidas de um acionista do BRB, em operação decorrente de inadimplência. A operação ocorreu no contexto da inadimplência do Will Bank, instituição ligada ao conglomerado do Banco Master e que foi liquidada pelo Banco Central do Brasil.
O Sindicato dos Bancários de Brasília realizou, nesta semana, uma atividade no Centro de Negócios Corporativos (CNC), sede administrativa do Banco de Brasília, reafirmando a defesa do banco como instituição pública estratégica e patrimônio do povo do Distrito Federal.
A participação de bancários e bancárias do Banco de Brasília na Corrida de Reis, maior prova de rua do Distrito Federal, contou neste ano com uma articulação do Sindicato dos Bancários de Brasília para garantir maior inclusão dos trabalhadores no evento e reforçar a presença institucional do banco em um momento delicado de sua trajetória.